Pontu

3 dias grátis, sem cartão de crédito

Ninguém mais digita ponto aqui.

A pessoa bate no celular, o Pontu faz as contas sozinho, e no fim do mês você só confere e fecha. Loja, obra, clínica, portaria — qualquer empresa com gente registrada.

  • No celular de quem bate
  • No computador de quem confere
  • Funciona sem internet

Folha de ponto

01/09 — 05/09

DiaEntraAlmoçoVoltaSaiTotal
01seg08:0012:0013:0017:008:00
02ter07:5812:0313:0117:128:16
03qua08:0212:0012:5917:018:00
04qui08:0012:0112:5818:309:31
05sex08:0112:0013:0017:048:03

Conferido por quem trabalhou

41:50

Boa tarde, Joana

quinta, 3 de setembro

on-line

Jornada de hoje

21:53:46

A hora que vale é a do servidor.

Ninguém digitou nada disso.

Para quem é

Você provavelmente se reconhece em um destes

Não é o mesmo problema numa padaria, numa obra e numa clínica. O que muda é a escala, o sinal e quem confere — o registro é o mesmo, e vale igual nos quatro.

Comércio e alimentação

Loja, padaria, restaurante, mercado, salão

A escala muda toda semana e quase ninguém trabalha das oito às cinco. Cada pessoa tem o horário dela, e o mês fecha com a folha esperando.

escala que muda toda semana

Obra e indústria

Construtora, fábrica, oficina, transportadora

Muita gente batendo no mesmo minuto, hora extra que aparece todo dia, e obra onde o celular não pega. A batida não pode depender da rede.

sem sinal no canteiro

Escritório e saúde

Contabilidade, advocacia, clínica, consultório

Horário flexível, atendimento em turno partido, gente em casa dois dias por semana. O que importa é o total do dia, e é isso que precisa ser cobrado.

jornada flexível e banco de horas

Zeladoria e segurança

Portaria, limpeza, vigilância, hotelaria

Turno que entra às 19h e sai às 7h do dia seguinte. Para a conta sair certa, essa noite tem que contar como um dia — não como dois pela metade.

turno 12x36 virando a madrugada

Não achou o seu? A regra que o Pontu segue é a CLT, e ela é a mesma para todo mundo. Se a sua empresa tem gente registrada, serve.

Como funciona

O mês inteiro em três passos

A ordem não é escolha de tela: não há o que contar antes de alguém bater, e não se fecha o que ninguém conferiu.

01

Quem trabalha

A pessoa bate

Abre o Pontu no celular e toca uma vez. Recebe na hora o comprovante com a hora que vale — a do servidor, não a do aparelho. Funciona sem internet: a batida sobe sozinha quando a rede volta.

  • Um botão. Sem treinamento e sem manual.
  • Comprovante na hora, sem pedir a ninguém.
  • Instala como aplicativo, direto do navegador.
Trabalhador de uniforme batendo o ponto pelo celular na entrada de um galpão

Boa tarde, Joana

quinta, 3 de setembro

on-line

Jornada de hoje

21:53:46

A hora que vale é a do servidor.

02

Sozinho, a cada batida

O sistema conta

A cada batida ele compara com a escala da pessoa e refaz as contas: hora extra, atraso, intervalo, adicional noturno, feriado, atestado. Ninguém digita, ninguém soma, ninguém abre planilha.

  • Hora extra e atraso separados, porque não se compensam.
  • Turno que vira a meia-noite conta como um dia.
  • Feriado, férias, atestado e folga já vêm abonados.

Espelho de ponto

1 a 30 de setembro
DiaMarcaçõesPrevistoTrabalhadoSaldo
seg, 31
08:00 (marcação registrada, com foto) 12:03 13:00 17:31
8h008h34+0h34
ter, 1
08:12 12:00 13:04 17:00
8h007h44−0h16
qua, 2Feriado municipal8h000h000h00
qui, 3
22:00 (marcação registrada, com foto) 30:00
8h008h000h00
sex, 4
08:00 12:00 13:00 19:00
8h0010h00+2h00
Total do período40h0042h18+2h18

Extra e atraso aparecem separados do saldo — eles não se compensam na conta do art. 58 §1º.

03

Quem cuida do pessoal

Você confere e fecha

No fim do período você abre o mês dia por dia, olha o que ficou estranho, aprova as correções e fecha. O que o contador e a fiscalização pedem sai do fechamento, pronto.

  • O mês fecha e congela. Ninguém mexe depois.
  • Os arquivos do contador saem do fechamento, prontos.
  • O trabalhador confere o espelho dele e assina.
Analista de RH conferindo o espelho de ponto no computador, com folhas impressas na mesa
Quem fecha a folha confere dia por dia, antes de assinar.

Quem usa

Três pessoas, e cada uma vê o que precisa

Não é um aplicativo para o funcionário e um sistema para o RH. É um produto, e cada pessoa entra na parte dela.

No celular

Quem bate o ponto

Uma tela e um botão. Sem treinamento, sem manual. Vê as próprias batidas, tira o comprovante quando quiser e pode pedir correção se errou.

No computador

Quem cuida do pessoal

O mês de cada pessoa dia por dia, com o que sobrou e o que faltou separados. Aprova ou recusa correção, lança férias e atestado, fecha o período.

Recebe pronto

O contador

Os arquivos saem do período fechado no formato que a lei pede, com os totais que vão para a folha. Sem planilha montada na véspera, sem retrabalho.

Onde isso acontece

O ponto é batido em pé, com pressa, no meio do turno

Padeira de avental e touca arrumando pães numa cesta atrás do balcão de uma padaria de bairro
Balcão aberto antes de clarear, escala mudando toda semana

No balcão

Trabalhador com capacete e colete numa obra, conferindo o celular
Longe do escritório, pelo próprio celular

No canteiro

Recepcionista de scrubs organizando pastas de papel no balcão de uma clínica, com uma colega ao fundo
Turno partido, e o que conta é o total do dia

Na recepção

Porteiro de uniforme no balcão do hall de um prédio, com uma auxiliar de limpeza ao fundo
Rendição de turno, doze horas por trinta e seis

Na portaria

Antes de assinar

O que todo mundo pergunta

E se cair a internet?

A batida é gravada no aparelho e confirmada na hora, sem esperar servidor. Sobe sozinha quando a rede volta, com a hora em que realmente aconteceu — o registro guarda os dois instantes, o do aparelho e o do servidor, e a marca de que foi offline.

Marcar ponto

on-line

Rede normal. Ponto vai direto para o servidor.

E se a pessoa errar a batida?

Nada se apaga, nunca. A batida errada sai da conta e continua no arquivo, e a correção é um registro novo com quem pediu, quem aprovou e por quê. Ninguém aprova a própria correção — e o trabalhador pode contestar.

Ajustes

aguardando decisão

Joana Pereira

quinta, 3 de setembro

Desconsiderar a batida de 12:03

Bati duas vezes por engano
AprovarRecusar

A marcação sai do cálculo e permanece no AFD. Nada se apaga — a correção é um registro novo, com autor e motivo.

E se der fiscalização?

Os arquivos saem do período que você fechou, no formato que a Portaria 671 exige, com os números que ela pede. Ninguém monta planilha na véspera, e não tem nada para conferir na hora: já estava pronto no dia em que o mês fechou.

Mãos sobre uma mesa segurando folhas impressas de registro de ponto, ao lado de um notebook
O que a fiscalização pede sai do período fechado, sem montagem manual.

Por baixo

Feito para aguentar uma perícia

Daqui para baixo é a parte que você espera nunca precisar. Ela existe porque, no dia em que precisar, não dá para construir depois.

  1. Marcação

    Nasce com número sequencial e assinatura de conteúdo. Nunca é alterada.

  2. Apuração

    Compara o batido com a escala e refaz os totais a cada batida.

  3. Espelho

    O documento que o trabalhador confere, dia por dia, como o art. 74 manda.

  4. Fechamento

    O período congela e os arquivos saem para a fiscalização e para a folha.

A corrente que torna a fraude visível

O código de verificação de cada batida inclui o da batida anterior. Alterar uma do meio quebra todas as seguintes — e qualquer um confere isso a partir do arquivo entregue, sem depender de nós. É a diferença entre um registro e uma planilha com horários.

pronto

AFD

Arquivo Fonte de Dados do REP-P, posicional, com CRC-16 conferido contra o vetor da própria norma.

pronto

Espelho e comprovante

Em PDF, com linha de assinatura. Conferir o espelho é ato do trabalhador.

em preparo

AEJ

Depende do leiaute oficial campo a campo. Escrevê-lo de memória produziria arquivo legal que parece certo e não é.

em preparo

Assinatura ICP-Brasil

A porta está pronta e o campo da norma sai no arquivo. A assinatura com validade jurídica depende do certificado — e dizer o contrário antes disso seria mentir sobre um documento legal.

Sem biometria. Sem reconhecimento facial.

A foto da batida existe para conferência humana quando alguém contesta — e nada é extraído dela: sem template, sem comparação, sem reconhecimento. Foto e localização só no instante da batida, nunca contínuas.

  • Foto apagada sozinha em 90 dias.
  • A batida vale com ou sem foto.
  • Cada prazo de guarda com fundamento escrito.
  • O trabalhador vê as próprias fotos e batidas.

Bata um ponto de teste hoje e veja o mês fechar

Cadastre a empresa, uma pessoa e um horário. Bate um ponto, abre o espelho e vê a conta. É o teste que importa, e leva alguns minutos.

3 dias para testar, sem cartão. Depois do teste, bater ponto e ver o espelho continuam liberados.